sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O castelinho - Autor: Carlos Lopes


Estive no Mercado São José, no Recife!

A pedido de uma tia teria de levar para Iracema um vidro de Mingau de Cachorro e lugar melhor para encontrá-lo não havia, senão naqueles pavilhões destinados ao comércio de diversos produtos, a maioria regional, além de comidas típicas, tapiocas, peixes e crustáceos.

Material retirado para compor livro

5 comentários:

Carlos Costa disse...

Fantástica crônica digressiva conseguiu construir o companheiro Carlos Lopes. Já li muitas excelentes crônicas suas, mas essa sobre o Castelinho, o companheiro merece nota 10 com louvor. Parabéns! Perfeita sua crônica: uma entrada em um mercado o remeteu a uma memória de seu tempo de estudante! Fantástica!

otilia cristina disse...

Como é bom recordar as coisas que passamos na juventude não é Carlos.. as vezes eu me vejo relembrando as passagens de estudante ..no trabalho com minhas irmãs e nos divertimos muito lembrando.Sabe para estudar no nosso tempo não sei sua idade mas talvez seja proxima a minha mas era tudo tão dificl não e? falo para minha filha hoje que faz faculdade estadual mora em um apto bem localizado onde nao falta nada a ela ..sempre digo o quanto foi dificil na minha epoca e eu nem pude sair para estudar fora ..mas tenho lembranças boas tambem como a sua.
O bom foi depois de tanto tempo voce encontrar o objeto que te deu uma lembrança e nos brindou com essa linda crônica ..e por favor o que é mingau de cachorro?? srrs sr abraços

FELIZ PASCOA

OTILIA LINS

Carlos Lopes disse...

Minha cara Otília, obrigado pelo seu comentário. Quanto a sua oportuna pergunta aconselho a amiga ler a matéria seguinte a minha. Celêdian Assis esteve no Recife e escreveu uma bela crônica em que fala do tal mingau, inclusive anexou ao seu texto a receita do tal remédio. Um abraço.

Celêdian Assis disse...

Meu amigo Carlos, é sempre um grato prazer ler textos que remontam histórias, passagens simples, mas tão interessantes e que de alguma forma ressaltam o valor das nossas descobertas ao longo da vida. Com um humor apurado você soube imprimir leveza a uma história da lembrança de tempos difíceis, o que tornou a sua ótima crônica, uma prazerosa leitura. Gosto imensamente da simplicidade com a qual demonstra seus aprendizados ao longo da vida. Quem de nós um dia não se defrontou com objetos, aparelhos, equipamentos desconhecidos e que não passou algum tipo de apuro para manuseá-los, não é mesmo? Entretanto, saber contá-los de forma a encantar um leitor, é um desafio. Você fez isto de uma maneira muito agradável.

Um abraço, meu amigo e obrigada por fazer referência e postagem de meu texto sobre o "Mingau de cachorro", inspirado em seu texto e nas minhas boas lembranças da minha passagem por estas adoráveis terras pernambucanas.
Celêdian

Aleatoriamente disse...

Carlos lendo teu texto, descubro em ti além de um escritor que prende o leitor, um poeta.
A vida é mesmo um aprendizado e tanto não é?
Te deixo um beijo.